O historiador da filosofia diferente do filósofo visa os pressupostos pertinentes ao contexto de origem de uma fonte literária. Ele não visa com o ler a obra de um filósofo constituir uma sua filosofia. Porém, antes compreender o senso comum. O que é que viam os contemporâneos de Platão para que fosse necessário escrever diálogos assim, todos eles permeados de referências a cultura dos helenos e a vivência dos atenienses e estrangeiros aos quais Sócrates se associava para dialogar. Assim, são as crenças comuns, isto é, os pressupostos culturais, antes linguístico, o que permite o diálogo entre contemporâneos.
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