O produto de mim
encontro-o menino
na língua dês mirim
onde luz a si digno
de si o lazer
Alma condoída
outrora o peito
não deixa a mente ouvida ir
Hoje recém de sentir a vida
cada nota sentida ao calor
e às intempéries de morte
as faces acesas
Desde as nove
o barqueiro teima
a tirar água do bote
Fará com um pote
o navio vir a pique
tal a sorte,
memória fadada,
a ter com o nada?
Nada se perde.
Inspiração, talvez...
ResponderExcluirOu a mera razão em fabricar e erguer algo...